Quando o meu filho nasceu avisaram-me de que devia escrever o que ele dizia para não me esquecer e, consequentemente, arrepender por não ter escrito.
Este blog não é mais do que a versão "moderna" (e partilhada) do que ele - e os primos - disseram.
2/04/2015
O menino é d'oiro!
M: Gustavo, queres que te dê a coisa mais valiosa que tenho?
G (agarrando no braço do Duarte): Anda lá, chavalo, agora és meu!!!
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