D: De nós todos (os presentes) tu és a mais pequena!
T: Não, não! Eu não sou "pequena"! Eu sou "média"!!!
(Dezembro 2011)
Ao rasgar um bocadinho do papel de embrulho do presente que o Avô Balda deu, descobrindo apenas um cantinho da caixa, a Vera ficou muito aflita.
V: Mãe, a Mãe disse a alguém do lado da Avó Sofia que eu queria o centro comercial dos Pin & Pon? Disse?...
E acrescentou com um ar de felicidade:
V: É que eu acho que vou recebê-lo agora!!!
(Dezembro 2011)
M: Na Terça-feira vamos ao Centro Cultural de Belém.
D: BOA!!! Vamos ver o "Deus Menino, que a Senhora tem"!!!
(Dezembro 2011)
F: Qual é a combinação para amanhã?
M: Amanhã vamos lá acima trocar os presentes com a minha Mãe e as minhas irmãs...
D: ...os repetidos?!
(Dezembro 2011)
No supermercado, o Duarte e o Gustavo iam dentro do carrinho.
D: Mãe, a Mãe pode bazar?
M (com o ar-de-não-seja-malcriado): Diga?!
D (com o ar-de-a-Mãe-não-fala-a-nossa-língua): BAZAR, é deixar-nos aqui sozinhos!
(Dezembro 2011)
No carro:
D: Mãe, estava ali o macaco das pastilhas!
M: Quando eu era pequena já havia pastilhas Gorila! Eram muito rijas...
D: Ah... a Mãe sobreviveu a "antigamente"?
(Dezembro 2011)
AS: Duarte, não pode bater nos primos! Sente-se já aqui nesta cadeira de castigo.
Pouco depois:
AS: Vá, já pode ir brincar. Mas porte-se bem.
Passados nem 2 minutos:
AS: DUARTE! Empurrou a Mimi! Peça desculpa e sente-se outra vez na cadeira de castigo!
Acabado o castigo:
AS: Vá, pode sair. Mas não bata em ninguém, porte-se com juízo.
Passado um bocadinho, o Duarte volta todo dengoso com uma flor na mão:
D: Esta flor é para a Avó... mas só se nunca mais me mandar sentar na cadeira!
AS: Ò Duarte, acha que eu gosto de pô-lo de castigo? Gosto é que se porte bem e que não seja preciso ralhar.
Hesitante e com um ar resignado:
D: Pronto, está bem! Pegue lá a flor!
(Dezembro 2011)
A Vera e o Gustavo a brincar com balões:
V: Gustavo, é "todos contra todos": eu contra ti e ti contra mim, percebeste?
(Dezembro 2011)