2/21/2013

"De acordo com a Química o Álcool é uma solução!"


Em Óbidos, na Vila Natal, parámos para beber uma ginginha. À saída, bebemos outra.
 
A caminho do restaurante onde íamos almoçar, o Duarte parou numa (de muitas) loja de artesanato e, pegando num pião, perguntou:
 
D: Mãe, pode comprar-me este pião?
M: Não, não posso comprar um pião. Já tens um pião desses em casa, além disso eu já não tenho dinheiro para mais coisas.
 
D (com um ar amuado): Também... a Mãe gasta o dinheiro todo em álcool!!!

(Dezembro 2012)

2/19/2013

Estou feita!

O Duarte comeu todas as "maminhas" do queque que o Frederico tinha trazido para o pequeno-almoço.
D: Mãe, já não quero comer mais.
M: Duarte! Se não ias comer todo comias do bolo todo, não comias só as "maminhas". Assim alguém poderia comer o resto.
D: Mas o Pai não gosta das "maminhas" do queque.
M: Isso não é verdade, as "maminhas" são a parte melhor.

O Duarte parou a pensar como poderia safar-se e, com um sorriso asneirento, disse:
D: Mas Mãe, o Pai diz que "gosta mais de dar do que receber"!
 
(Dezembro 2012)

2/14/2013

Dedo no ar

G: Professora, já sei como é que se escreve pu...

M: Gustavo, pára já com isso! Se escreveres mais asneiras, vou zangar-me a sério!

G: Então, como é que se escreve...

M: Gustavo!

G: Agora não é asneira! Como é que se escreve "filho"?


(Novembro 2012)